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Orientações sobre Monkeypox no ciclo gravídico-puerperal, amamentação e cuidados com lactentes no mu

Nota Técnica Monkeypox n° 02/2022 CIEVS/GVIGE/DPSV/GEAPS/GEURE/GEICS/DIAS/GCINT/DMAC/SMSA/PBH

  1. INTRODUÇÃO Por se tratar de uma doença nova, a infecção por Monkeypox vírus (MPXV) tem aspectos ainda desconhecidos. Portanto, este documento está sujeito a ajustes, podendo sofrer alterações conforme a divulgação de novos conhecimentos sobre a doença. As publicações sobre Monkeypox (MPX) e gravidez são escassas. Não se sabe se as mulheres grávidas são mais suscetíveis a adquirir a infecção pelo MPXV ou se a doença é mais grave durante a gravidez. Muitas das recomendações baseiam-se no que acontecia com gestantes que foram acometidas pela varíola. Os desfechos da infecção pelo vírus da varíola, que é do mesmo gênero (ortopoxvírus) do MPXV, associavam-se ao aumento na morbidade e mortalidade materna e perinatal, com riscos maiores de abortamento espontâneo, morte fetal e parto pré-termo. Na população não vacinada contra a varíola, as gestantes eram consideradas a população com o estado fisiológico de maior susceptibilidade à doença grave e morte. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a transmissão materno-fetal, a partir da passagem placentária, originando a doença congênita e/ou através de contágio no contato íntimo, durante e após o parto. Ainda é desconhecido se o MPXV está presente no leite materno; no entanto, pode ser transmitido por contato próximo durante a amamentação. Gestantes apresentam quadro clínico com características semelhantes às não gestantes, mas podem apresentar gravidade maior, sendo consideradas grupo de risco para evolução desfavorável. Durante a gestação, o diagnóstico diferencial de corioamnionite como causa da febre pode ser difícil, até o surgimento das erupções cutâneas. Gestantes com lesões cutâneas inicialmente consideradas características de dermatoses da gravidez (por exemplo, erupção polimórfica da gravidez) ou de infecções mais comuns (por exemplo, varicela zoster ou infecções sexualmente transmissíveis) devem ser cuidadosamente avaliadas quanto à possibilidade de MPX.

Leia a nota técnica na íntegra:

Fonte: Prefeitura de BH / SUS

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