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Manejo clínico e prevenção e controle de infecção para varíola dos macacos

Organização Pan-Americana da Saúde Organização Mundial da Saúde Orientação provisória de resposta rápida 10 de junho de 2022

SUMÁRIO DE RECOMENDAÇÕES

Seleção, triagem, isolamento e avaliação clínica A OMS recomenda: – No primeiro contato com o sistema de saúde, devem ser realizadas a seleção e a triagem de todas as pessoas que apresentarem erupção cutânea e febre ou linfadenopatia, de acordo com a definição de caso da OMS adaptada localmente, para identificar indivíduos com suspeita ou confirmação de MPX. – Após triagem e isolamento, faça a triagem de pacientes com suspeita de MPX usando uma ferramenta de triagem padronizada (como a Ferramenta de Triagem Integrada Interagências da OMS/IFRC); e avalie o paciente para determinar fatores de risco e presença de doença grave. – Teste os pacientes suspeitos para MPX. Manejo da varíola dos macacos leve ou não complicada. A OMS recomenda: – Os pacientes com suspeita ou confirmação de MPX com doença leve, sem complicações e sem alto risco de complicações podem ser isolados em casa, durante o período transmissível, desde que uma avaliação domiciliar determine que as condições de prevenção e controle de infecção (PCI) sejam cumpridas no ambiente doméstico. – Uma avaliação domiciliar deve ser realizada ao decidir isolar e cuidar de uma pessoa com suspeita ou confirmação de MPX com doença leve não complicada em um ambiente domiciliar. – Um paciente com MPX leve e sem complicações atendido em casa deve ser isolado em uma área separada de outros membros da família e longe de áreas compartilhadas da casa (ou seja, um quarto separado ou área com cortina ou tela) – Deve-se ter cuidado ao manusear e limpar roupas de cama, superfícies domésticas e durante o descarte de resíduos. Os pacientes com MPX devem receber tratamento sintomático, como antipiréticos para febre e analgesia para dor. – Os pacientes com MPX devem ser avaliados quanto ao seu estado nutricional e receber nutrição e reidratação adequadas. – Oriente os pacientes com MPX leve sobre os sinais e sintomas de complicações que devem suscitar atendimento urgente. – Deve ser realizado tratamento conservador das lesões dependendo do estágio com o objetivo de aliviar o desconforto, acelerar a cicatrização e prevenir complicações, como infecções secundárias ou esfoliação.

– Não deve ser usada antibioticoterapia ou profilaxia nos pacientes com MPX não complicada. No entanto, as lesões devem ser monitoradas para infecção bacteriana secundária (ou seja, celulite, abscesso) e, se presentes, tratadas com antibióticos com atividade contra a flora normal da pele, incluindo Streptococcus pyogenes e Staphylococcus aureus sensível à meticilina (MSSA).

Leia o documento na íntegra:

Fonte: OPAS/OMS

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